Notícias

Atividades físicas de alto impacto e obesidade podem levar a incontinência urinária

Em 14 de março, é celebrado o Dia Mundial da Conscientização sobre Incontinência Urinária (IU), que está entre as patologias do trato urinário mais comuns no Brasil. Embora muitas vezes seja tratado como algo inerente ao envelhecimento ou mesmo a crianças pequenas (enurese infantil ou noturna), a perda involuntária de urina não é algo normal.

Existem diversos fatores de risco entre elas, como atividades físicas de alto impacto e obesidade. As doenças neurológicas aumentam o risco desse tipo de problema, como lesão medular, esclerose múltipla, acidente vascular cerebral, Parkinson e outras. Homens com hiperplasia benigna da próstata também podem apresentar esse problema.

Segundo urologista Victor Paschoalin, responsável pela equipe cirúrgica de Transplante Renal do Grupo CSB Nefrologia & Hemodiálise, “Estima-se que a chance de apresentar incontinência urinária após os 70 anos seja até 5 vezes maior do que na faixa etária de 20 a 40 anos. Por isso é necessária uma avaliação para analisar a existência de outros problemas na bexiga, tais como infecção urinária, pedra ou tumores”, explica.

Os impactos na vida da pessoa que convive com esses tipos de distúrbios são muitos. Podem acontecer mudanças comportamentais, de produtividade e nos hábitos sociais, o que pode levar até à depressão “Com os avanços da medicina e da tecnologia, há uma série de tratamentos à disposição. O importante é que as pessoas deixem a vergonha de lado e procurem ajuda profissional”, explica o urologista Victor Paschoalin. O problema tem cura para a maior parte dos casos, mas é preciso procurar ajuda médica especializada.

FONTE: BAHIA SOCIAL VIP